Há uma piadinha entre pilotos de que o Boeing é feito para pilotos e o Airbus para engenheiros. Claro que é uma brincadeira por conta do fabricante que chegou bem depois e cheio de tecnologia. Mas, a continuar como está, logo, logo, estarão perguntando nos balcões de embarque qual o fabricante da aeronave. Eu como piloto de teco-teco, me sinto confortável mesmo é num bom e velho cessninha.
30 Junho 2009
25 Junho 2009
Over
E-mail, MSN, Skype, Orkut, Twitter, Facebook, Blog…Agora tenho tudo isso aí. Cada vez perco mais tempo para atualizar, revisar e navegar por todos estes instrumentos de comunicação.
A sensação é de que há muita boca pra pouca corda vocal, mas depois lembro que sou do tempo do telefone, telegrama, telex (alguém lembra?), do fax, da carta. Os meios continuam múltiplos, o que se fala é que não mudou muito.
A sensação é de que há muita boca pra pouca corda vocal, mas depois lembro que sou do tempo do telefone, telegrama, telex (alguém lembra?), do fax, da carta. Os meios continuam múltiplos, o que se fala é que não mudou muito.
23 Junho 2009
22 Junho 2009
Ex
Cheguei ao estágio de ter raiva de minha profissão. Ter que trabalhar tornou-se uma tortura. É hora de abandonar. Já comecei outra atividade. Mas no período de implantação tenho que continuar com a advocacia.
É interessante o caminho que levou um entusiasta do Direito ao nojo pelo exercício da advocacia. Durante a faculdade enquanto 90% de meus colegas visavam o concurso, especialmente para promotor e juiz, nunca desejei ser outra coisa que não advogado.
O promotor é um defensor da sociedade, fiscal da Lei, trabalha para um conceito, um ideal, assim como o juiz, outro paladino em busca de um ideal abstrato de justiça e correção. São heróis, heróis de estória em quadrinhos. Vivem num mundo idealizado onde a decisão correta é possível. Onde o justo se realiza.
Não se trata de falar mal de heróis idealistas, eles são necessários, são exemplos, nos fazer acreditar que o certo pode estar num livro ou ser decidido no julgamento de outra pessoa. E tomar decisões “justas” por nós é a sustentação do Estado.
Ser advogado sempre me interessou, porque ao contrário dos demais operadores do Direito o advogado é humano. No exercício comezinho da lida forense o advogado luta por um indivíduo, pelo ponto de vista, fraquezas, erros, mesquinharias, direitos (justos e injustos) de uma pessoa. Ele não defende o abstrato, está em contato direto com a dor, nobreza, sujeira, bondade, mágoa, maldade, beleza...toda a beleza e feiúra que é ser humano.
Ele é tão ambicioso quanto o banqueiro, tão capaz do mal quanto o criminoso, tão aguerrido quanto a mãe que luta pela guarda, tão apaixonado quanto o marido que não quer a separação, tão mentiroso quanto o que tenta salvar a pele, tão nobre quanto aquele que luta pelo justo. O advogado é apenas um homem lutando por um homem apenas.
Mas, não há paixão que sobreviva ao nosso poder judiciário, e não estou falando do devido processo legal, falo do atulhamento e sucateamento do judiciário. Os anos de trâmite de um pedido causam indignação, reclamações e insatisfação, e isso estoura não no balcão do fórum, mas na minha mesa. Não me formei para ficar dando desculpas ao telefone ou torcendo para que clientes não apareçam no escritório.
Não vejo a hora de quebrar minha outrora almejada carteira da OAB.
É interessante o caminho que levou um entusiasta do Direito ao nojo pelo exercício da advocacia. Durante a faculdade enquanto 90% de meus colegas visavam o concurso, especialmente para promotor e juiz, nunca desejei ser outra coisa que não advogado.
O promotor é um defensor da sociedade, fiscal da Lei, trabalha para um conceito, um ideal, assim como o juiz, outro paladino em busca de um ideal abstrato de justiça e correção. São heróis, heróis de estória em quadrinhos. Vivem num mundo idealizado onde a decisão correta é possível. Onde o justo se realiza.
Não se trata de falar mal de heróis idealistas, eles são necessários, são exemplos, nos fazer acreditar que o certo pode estar num livro ou ser decidido no julgamento de outra pessoa. E tomar decisões “justas” por nós é a sustentação do Estado.
Ser advogado sempre me interessou, porque ao contrário dos demais operadores do Direito o advogado é humano. No exercício comezinho da lida forense o advogado luta por um indivíduo, pelo ponto de vista, fraquezas, erros, mesquinharias, direitos (justos e injustos) de uma pessoa. Ele não defende o abstrato, está em contato direto com a dor, nobreza, sujeira, bondade, mágoa, maldade, beleza...toda a beleza e feiúra que é ser humano.
Ele é tão ambicioso quanto o banqueiro, tão capaz do mal quanto o criminoso, tão aguerrido quanto a mãe que luta pela guarda, tão apaixonado quanto o marido que não quer a separação, tão mentiroso quanto o que tenta salvar a pele, tão nobre quanto aquele que luta pelo justo. O advogado é apenas um homem lutando por um homem apenas.
Mas, não há paixão que sobreviva ao nosso poder judiciário, e não estou falando do devido processo legal, falo do atulhamento e sucateamento do judiciário. Os anos de trâmite de um pedido causam indignação, reclamações e insatisfação, e isso estoura não no balcão do fórum, mas na minha mesa. Não me formei para ficar dando desculpas ao telefone ou torcendo para que clientes não apareçam no escritório.
Não vejo a hora de quebrar minha outrora almejada carteira da OAB.
21 Junho 2009
20 Junho 2009
17 Junho 2009
Seleção
Nos dois últimos meses andei bem atarefado com a organização do casório. Fiz fotos de tudo isso. Até as fotos em que apareço, são auto-retratos tomados com controle remoto. É um making-off bemmmm longo. E esse é o problema. Tenho um oceano de megabits para navegar em busca das melhores. Deletar e selecionar fotos me é um trabalho demorado. Vou levar muitos dias. E isso que ainda nem tive acesso às fotos oficiais, tomadas pelos profissionais.
12 Junho 2009
10 Junho 2009
03 Junho 2009
Meus ditos
Quem cala não diz nada.
Cão que ladra não é mudo.
Devagar se chega atrasado.
Dizei com quem andas e te direi quem são.
Em terra de cego quem tem um olho é caolho.
Os últimos serão os últimos.
Quem ri por último é faísca atrasada.
Deus é neozelandês.
Cão que ladra não é mudo.
Devagar se chega atrasado.
Dizei com quem andas e te direi quem são.
Em terra de cego quem tem um olho é caolho.
Os últimos serão os últimos.
Quem ri por último é faísca atrasada.
Deus é neozelandês.
01 Junho 2009
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